BLOG PROGRESSISTA - NOTICIAS PREFERENCIAIS DO PT

RESPONSÁVEL MARIO ALVIM DRT/MT-1162

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Chega a 335 o número de mortos na Região Serrana do Rio


Do G1 RJ

Depois de dois dias de chuva forte na Região Serrana do Rio, subiu para 335 o número de mortos na área. Em Nova Friburgo, o número de vítimas passou de 107 para 155, segundo informações da assessoria de imprensa da Prefeitura de Friburgo, na manhã desta quinta-feira (13).

Em Teresópolis, o número também subiu nesta manhã, passando de 130 para 146, segundo o secretário municipal de Meio Ambiente e Defesa Civil de Teresópolis, Flávio Luiz de Castro. Os corpos foram levados para o IML e a delegacia da cidade.

Pelo novo balanço, o número de total de vítimas até as 7h40 desta quinta é de 155 mortos em Friburgo, 146 em Teresópolis e 34 em Petrópolis, onde a maioria das vítimas foi encontrada no Vale do Cuiabá, no Distrito de Itaipava. O acesso à Região Serrana ainda é complicado nesta manhã.

Choveu forte durante a madrugada desta quinta-feira (13) nos acessos a Teresópolis. Na cidade, os bairros mais atingidos, segundo a Defesa Civil, são Caleme, Posse e Campo Grande. A Defesa Civil, que ainda não conseguiu chegar ao bairro de Campo Grande, acredita que mais de duas mil casas tenham sido destruídas pela chuva e que cerca de 150 corpos estejam na região. Eles vão tentar chegar a este bairro nesta manhã.

As buscas por outras vítimas na Região Serrana terão o apoio de helicópteros nesta quinta-feira (13). Durante a madrugada, uma chuva fraca atingiu as cidades de Teresópolis e Petrópolis, mas sem registro de novos deslizamentos. Em Nova Friburgo, a comunicação ainda é precária, já que o sistema de telefonia foi atingido.

A procura por desaparecidos continuou durante a madrugada em Friburgo e Teresópolis, mas teve que ser interrompida em Petrópolis, onde a falta de luz prejudicou os trabalhos. Segundo bombeiros, por volta das 7h, os trabalhos recomeçaram na cidade. Vários bairros da Região Serrana foram atingidos.

Dilma e Cabral vão sobrevoar a Região Serrana

Na quarta-feira (12), o governador do Rio, Sérgio Cabral, pediu ajuda à Marinha no trabalho de resgate. Em resposta, a Marinha disponibilizou dois helicópteros (um Esquilo e um Super Puma) para o transporte de pessoal e equipamentos dos bombeiros. Esses helicópteros se juntam a outros cinco do governo do estado na missão de carregar equipes e equipamentos serra acima. Cabral visitará a região nesta quinta. A presidente Dilma Rousseff, que já liberou R$ 780 milhões para os municípios do Rio de Janeiro e São Paulo atingidos pelas chuvas, também vai sobrevoar a Região Serrana nesta quinta.

Itaipava após a chuva que devastou a Região Serrana do Rio de Janeiro (Foto: Aluizio Freire/G1)O coronel Souza Vianna, comandante do 15º GBM (Petrópolis), afirmou que o trabalho de resgate foi suspenso no trecho da estrada que liga Itaipava a Teresópolis, no sentido contrário ao fluxo do Rio Santo Antônio, conhecido como Vale do Cuiabá, devido à falta de luz e à quantidade de lama.

Já em Teresópolis, segundo o secretário de Meio Ambiente e Defesa Civil do município, Flávio Castro, as buscas continuam em nove dos 17 pontos atingidos pela chuva. Ele afirmou que o trabalho se intensifica nos bairros do Espanhol e Barra do Imbuí. Nas outras áreas, os trabalhos foram suspensos por falta de iluminação, e recomeçam às 6h desta quinta. O secretário estima que há cerca de 25 desaparecidos.

Falta de luz, telefone e transporte



A infraestrutura da região foi atingida com severidade. Houve falta de luz, telefone e transporte nas três cidades. Bairros inteiros ficaram isolados e só na noite desta quarta-feira (12) equipes de resgate começaram a dar conta da catástrofe em algumas das áreas mais atingidas. Em um desses esforços, foi resgatado com vida, sem arranhões, um bebê de seis meses de idade em Friburgo.

Oitocentos homens da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros tentam localizar desaparecidos em Teresópolis. O secretário do Ambiente do estado do Rio de Janeiro, Carlos Minc, classificou a chuva como a "maior catástrofe da história de Teresópolis". “Não foi possível escolher o que ia cair. Casa de rico, casa de pobre. Tudo foi destruído”, disse a empregada doméstica de 27 anos, Fernanda Carvalho.

A prefeitura designou dois abrigos para receber desabrigados: o Ginásio Pedrão, no Centro de Teresópolis, com capacidade para 800 pessoas, e um galpão no Bairro Meudon, onde podem ser alojadas 400 pessoas. Os desalojados na cidade são 1280 e os desabrigados, 960.

Oitocentos homens da Defesa Civil e dos Bombeiros atuam em Teresópolis (Foto: Wilton Junior/Agência Estado)Os bairros mais atingidos em Teresópolis foram Bonsucesso, Caleme e Biquinha. Também registraram vítimas Poço dos Peixes, Vale Feliz, Fazenda da Paz, Posse, Paineiras, Jardim Serrano, Parque do Imbuí, Granja Florestal e Barra do Imbuí, Pessegueiros e Salaquinho.

Em Nova Friburgo, a maior parte das vítimas morava no bairro de Conselheiro Paulino. A chuva forte deixou a cidade sem sinal de telefonia, sem luz e sem transporte na quarta (12). À tarde, moradores perambulavam pela cidade cheia de lama sem saber o que fazer. O ginásio de uma escola estadual é usado como necrotério.

Imagem área mostra devastação em área de Nova Friburgo (Foto: Marino Azevedo/Governo do Estado do Rio de Janeiro)Na vizinha Petrópolis, o cenário é semelhante. No distrito de Itaipava, a água atingiu dois metros e meio de altura em alguns pontos da região. Uma escola no distrito abriga 30 famílias desalojadas.

Nelson Machado de Souza, 61 anos, diretor de qualidade da Cervejaria Petrópolis, foi mais uma das vítimas das chuvas. A casa dele e de seus dois filhos – uma ao lado da outra –, no Vale do Cuiabá, foram invadidas pelas águas que transbordaram do Rio Santo Antônio, que atingiu uma extensão de pelo menos 10 quilômetros levando tudo que estava pela frente: “Em pouco mais de 15 minutos, tudo o que era conforto virou um brejo, lamaçal”, disse.

O trabalho de resgate das vítimas da tragédia causada pela chuva na cidade é reforçado por homens do Grupamento de Busca e Salvamento que atuaram no Morro do Bumba, em, Niterói, em Angra dos Reis e no Haiti. À noite, integrantes desse grupamento resgataram com vida um bebê de seis meses de idade. Também resgatado com vida, o pai dele passou 15 horas soterrado, abraçado ao filho.

A Defesa Civil da prefeitura de Petrópolis explica que “toda vez que chove muito nos municípios de Teresópolis e Nova Friburgo, a água que desce da serra provoca o transbordamento do rio Santo Antônio, causando os alagamentos”.

O vice-governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, esteve na Região Serrana acompanhando o trabalho de resgate a vítimas.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Obras anti-enchentes que não foram feitas em 24 horas nem em 16 anos de tucanato em SP


A mesma desculpa esfarrapada para o mesmo caos que acontece sempre na mesma época todos os anos. Detalhe: partindo do mesmo governo que está à frente do Estado de São Paulo há 16 anos. Após o caos instalado na maior cidade do país em decorrência das fortes chuvas durante a última madrugada, a terça-feira, 11, começou com uma piada de mau gosto do Secretário Municipal de Administração das Subprefeituras de São Paulo, Ronaldo Camargo, que disse ao telejornal “Bom dia, Brasil” que a cidade estava “melhor preparada do que antes” para enfrentar as chuvas. E o engraçado é que ao dar essa entrevista, na Ponte das Bandeiras, sobre a Marginal Tietê, o secretário tinha como pano de fundo um congestionamento quilométrico e pontos de inundação visíveis ao longo daquela via.

Para completar a palhaçada, no final desta tarde o governador do Estado, Geraldo Alckmin (PSDB), concedeu uma entrevista coletiva, na qual soltou outra pérola: de acordo com o governador, o combate às enchentes em São Paulo requer obras “que não ficam prontas em 24 horas”. Uma colocação totalmente imprópria da parte de quem a proferiu, uma vez que, como dito acima, o PSDB governa o Estado de São Paulo há quase duas décadas. Ou seja, os tucanos tiveram muito mais que 24 horas para investir em obras anti-enchentes e para não dizer solucionar, pelo menos minimizar os impactos causados pelas chuvas na capital paulista. Como já dissemos neste blog, não é preciso ser meteorologista para saber que o verão concentra a maior parte das chuvas.

Também não são necessários conhecimentos profundos de engenharia para saber que em uma cidade com alto grau de impermeabilização do solo, como é o caso de São Paulo, a probabilidade de que as chuvas ocasionem enchentes é maior. Tendo-se isto em vista, o poder público – tanto o governo do Estado quanto a Prefeitura – deve investir maciçamente em obras preventivas, de modo a evitar inundações na época de chuvas. Embora gostem de dizer nas suas propagandas que são os grandes mestres em planejamento, os tucanos parecem dizer uma coisa e praticar outra. Afinal de contas, a realidade mostra que os investimentos em obras anti-enchentes não têm sido prioritários na agenda do governo de São Paulo. Listamos abaixo uma série de ações que não foram feitas pelo governo do Estado nesta área nos últimos anos (ou que foram feitas somente em parte), com base em informações da bancada do PT na Assembléia Legislativa de São Paulo (Alesp):


01. Calha do Rio Tietê:
Entre 2007 e 2009, as obras de desassoreamento na Calha do rio Tietê perderam R$ 105 milhões em recursos orçamentários. Vale lembrar que a capacidade de vazão do Tietê é de 1.000 metros cúbicos por segundo, mas devido ao acúmulo de material sólido ela diminui para 700 metros cúbicos por segundo. Por esta razão, se o governo do Estado não faz ações constantes de desassoreamento, a vazão do rio vai se tornando cada vez menor, favorecendo o acúmulo de água e as inundações. Neste sentido, os recursos para serviços e obras complementares na Bacia do Alto Tietê sofreram forte redução de 62% entre 2009 e 2010, passando de R$ 188,2 milhões para R$ 72,8 milhões neste período;

02. Limpeza e conservação de córregos:
As ações de limpeza e conservação de córregos também foram atingidas pela “tesoura tucana”. Para se ter uma idéia, em 2009 o governo de São Paulo não cumpriu 66% do previsto em investimentos para limpar os córregos da capital e região metropolitana, além de deixar de investir 33% do previsto em ações de manutenção, operação e implantação de estruturas hidráulicas. No Orçamento 2010 foram destinados 65% menos recursos para as ações de limpeza e conservação de córregos do que o valor previsto para 2009, mostrando que de fato este tipo de projeto não é prioritário para os tucanos;

03. Reservatórios de retenção (piscinões):
Dos 134 piscinões previstos há 11 anos para a região dos afluentes do Tietê, apenas 43 saíram do papel. O Orçamento de 2009 previa recursos para a construção de seis piscinões, mas apenas três foram de fato construídos. Para se ter uma idéia, entre 2007 e 2009 foram cortados R$ 5,8 milhões em recursos destinados à construção desses reservatórios. Em 2010, dos R$ 44 milhões previstos no Orçamento, foram executados apenas R$ 32,6 milhões, de acordo com informações da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, o que representa menos de 75% do total previsto;

04. Menos recursos para Defesa Civil:
O Programa “Previne São Paulo”, que reúne ações de planejamento, prevenção, recuperação e resposta imediata a situações resultantes de eventos adversos, ocasionadas por ações naturais ou humanas, recebeu quase R$ 400 mil de recursos a menos em 2010, na comparação com o ano anterior. O orçamento para o programa recuou de R$ 13,5 milhões para R$ 13,1 milhões neste período, queda de 3%. O investimento em Defesa Civil é importantíssimo não somente para a prevenção como também para a prestação de socorro rápido após a ocorrência de enchentes, sobretudo em áreas consideradas de risco.

É preciso lembrar ainda que citamos acima ações de responsabilidade do governo do Estado, mas existem várias outras que não foram executadas de forma devida pela Prefeitura de São Paulo. Falamos principalmente de ações relacionadas à construção de novos piscinões, especialmente na Bacia do Aricanduva (zona leste) e na Bacia do Pirajussara (zona oeste), além de limpeza de córregos e rios. Além disso, uma recente conclusão da CPI (Comissão Parlamentar de Inquéritos) das Enchentes, na Câmara Municipal de São Paulo, revelou que a Prefeitura não tem feito a limpeza de bueiros na freqüência recomendada para evitar entupimentos e, por conseguinte, minimizar os riscos de novas enchentes.

Portanto, não adianta o governador Alckmin alegar que as obras anti-enchentes não ficam prontas do dia para a noite, pois o seu grupo político está há quase duas décadas à frente do governo de São Paulo. Como mencionamos acima, algumas das obras não cumpridas que listamos aqui eram previstas já no começo da década passada, mas nunca saíram do papel, por falta de planejamento e de prioridade do governo tucano em São Paulo. Dessa maneira, é uma piada muito cruel do governador Geraldo Alckmin dizer que as obras não ficam prontas em 24 horas, uma vez que os tucanos já tiveram muito mais tempo para executá-las e não as executaram.

Programa Alaga São Paulo de José Serra é um sucesso em 2011


Essa é a camiseta do ano passado

Do blop Limpinho e Cheirosinho - 11.01.2011

O Limpinho reproduz tex-to de Celso Jardim, publi-cado no Blog da Dilma, e resgata algumas notícias de 2009 e 2010, além de um vídeo do Zé Alagão co-mentando as enchentes de 2009 e 2010.

Depois de passar três anos sem limpar a calha do rio Tietê, o programa demotu-cano do ex-governador de São Paulo é um sucesso ab-soluto: para a cidade, causa mortes e prejuízos à popu-lação. Como diz a música da banda Ira!: “Pobre São Paulo, pobre paulista”.

Celso Jardim

O governo José Serra (2006–2010) cortou as verbas para o desassoreamento do rio. Com isso, perdeu-se todo o dinheiro investido no rebaixamento da calha do Tietê. Mais que isso: provocou a maior enchente da história de São Paulo.

Essa informação foi sonegada dos leitores da velha mídia. Deixaram a bomba com o prefeito Gilberto Kassab – que assumiu a linha de frente da batalha da informação –, enquanto Serra se escondia e sua enorme responsabilidade era varrida para baixo do tapete.

Mesmo depois das enchentes, não houve um só movimento dele para voltar com os investimentos no desassoreamento do rio.

No Estado de São Paulo, no início de 2010, cerca de 70 pessoas já haviam morrido em decorrência dos desabamentos e afogamentos; 132 cidades paulistas tinham sido atingidas por inundações e desmoronamentos; bairros da capital e 26 municípios do interior estavam alagados.

Este é o cenário resultante do descaso do governo, que passou a investir mais em publicidade do que em obras.



De acordo com dados do orçamento do Estado, em 2010 houve redução de 20% nas operações de combate a enchentes. Em 2009, foram previstos R$252 milhões; já em 2010, estão estimados R$200 milhões – uma queda de R$51,5 milhões.

Os números revelam que será cortado quase o dobro do valor dos atuais contratos para desassoreamento da calha do Rio Tietê, que somam R$27,2 milhões. O orçamento estadual também prevê menos investimentos em serviços e obras complementares da Bacia do Alto Tietê. O corte proposto para 2010 é de 61%. Já no Departamento de Água e Energia Elétrica, órgão do governo responsável pelas obras da calha do Tietê, foi previsto um corte de R$20,3 milhões.

A gestão do ex-governador Serra passou três anos sem limpar o Tietê antes das enchentes de 2009/2010, e os caos se repete em 2011

ARMADILHA PARA MOSQUITOS (DENGUE) SERVE PARA O "PERNILONGO" COMUM OU AEDES AEGYPTI

Como matar mosquitos ecologicamente correto. Para ajudar com a luta contínua contra os mosquitos da dengue e a dengue hemorrágica, uma idéia é trazê-los para uma armadilha que pode matar muitos deles.

O que nós precisamos é, basicamente:
200 ml de água,
50 gramas de açúcar mascavo,
1 grama de levedura (fermento biológico de pão, encontra em qualquer supermercado ) e uma garrafa plástica de 2 litros


A seguir estão os passos a desenvolver:

1. Corte uma garrafa de plástico no meio. Guardar a parte do gargalo:



2. Misture o açúcar mascavo com água quente. Deixar esfriar. Depois de frio despejar na metade de baixo da garrafa.



3. Acrescentar a Levedura . Não há necessidade de misturar. Ela criará dióxido de carbono.



4. Colocar a parte do funil, virada para baixo, dentro da outra metade da garrafa.



5. Enrolar a garrafa com algo preto, menos a parte de cima, e colocar em algum canto de sua casa.



6. Em duas semanas você vai ver a quantidade de mosquitos que morreu lá dentro da garrafa.



Além da limpeza de suas casas, locais de reprodução do mosquito, podemos utilizar esse método muito útil em escolas, creches, hospitais e residências.

Tucanistão desaparece sob as águas; Tucanos e mídia culpam Deus

SEM PALAVRAS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!



Frase do dia "FHC tem filha fantasma, filho bastardo e filho ladrão. Ele não tem nenhum normal?"



Da tortura para a presidência; Dilma, a mulher mais poderosa do mundo

Prendam a chuva


O Provocador
Marco Antonio Araujo

Em uma investigação rigorosa, após revistar todos os suspeitos, cheguei ao verdadeiro responsável pelas últimas tragédias em São Paulo. E exijo: prendam a chuva!

Com uma agravante: trata-se de crimes premeditados. Milhares de testemunhas garantem que as inundações e mortes já eram esperadas. Ninguém foi pego de surpresa. Há anos é sempre a mesma coisa.

E requintes de crueldade: famílias em desespero, a vida levada por esgotos e córregos, nada é capaz de comover essa chuva que desaba impiedosamente. É desumano.

Nossas autoridades, o prefeito, o governador, assistem a tudo como se nada pudesse ser feito. Estão imobilizados, não reagem a mais nada. Provavelmente, se tornaram reféns! Mais uma acusação gravíssima.

Temos que colocar chuvas e trovoadas atrás das grades, que é o lugar em que merecem estar os que matam trabalhadores inocentes. Que as chuvas apodreçam como águas paradas e vejam o sol nascer quadrado.

Conforme pudemos averiguar, não há nada mais a fazer. A não ser prender a chuva. O esforço de toda a sociedade deve ser unicamente esse.

Mas não esperem ajuda dos governantes. Eles também são vítimas da situação e estão afogados em desculpas.

Essa justiça só pode ser feita por nós, cidadãos. Olhai para os céus. Todos juntos, agora: vamos prender as chuvas com nossas próprias mãos.

Estadão denuncia ministro da saúde

O tabloide da avenida Marginal, sem número, não se conforma com as ideias exóticas do novo ministro: só por que ele é petista e o PT ganhou as eleições o sujeito insiste em nomear petistas para trabalhar com ele.

Nunca se viu tamanho absurdo, com tanto demo e tucano desempregado, ou na cadeia, o PT mantém a prática absurda de escolher petistas para o governo.

Felizmente isso não acontece em São Paulo (glub, glub) onde Alckmin nomeia exclusivamente gente da Opus Dei ou PSDB para o governo.

Dilma inicia ação nacional contra dengue mobilizando 13 ministérios


Em reunião com ministros no Palácio do Planalto nesta terça-feira (11), a presidenta Dilma Rousseff determinou intensificação do combate à dengue, com a participação de 13 ministérios: Saúde, Justiça, Casa Civil, Cidades, Defesa, Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom/PR), Integração Nacional, Meio Ambiente, Turismo, Trabalho e Emprego, Educação, Transportes, Previdência e Desenvolvimento Social.

Cada ministério tem ações a cumprir, em campanhas de prevenção e esclarecimento.

O Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse que o governo deve investir R$ 1,08 bilhão neste verão, no combate à Dengue.

Além dos 13 ministérios, o ministro da saúde se reunirá com 16 secretários estaduais de Saúde (dos estados com maior risco e taxas de infestação), pois o sucesso do combate a dengue depende do envolvimento dos governos estaduais e municipais.

Tucanos culpam Deus pelas enchentes em SP


Altamiro Borges, Blog do Miro

“Mortes, milhares de pessoas desabrigadas, perda total de bens, congestionamentos monstruosos. São Paulo vive dias de caos e desespero. Como já virou rotina nos últimos anos, as enchentes causam tragédias humanas na unidade mais rica da federação. E, num discurso repetitivo e desonesto, os tucanos que administram o estado há 16 anos culpam Deus pela desgraceira. A chuva é obra da natureza; as inundações, não. Cabe ao poder público, que cobra tributos da sociedade, zelar pelo seu bem-estar.

Mas o PSDB não tem compromissos com a sociedade, principalmente com sua parcela mais sofrida. Ele administra para os ricos; promove cortes nos investimentos públicos na sua obsessão pelo ajuste fiscal; prioriza as obras viárias que beneficiam a doentia “civilização do automóvel”. Nos últimos anos, como denunciam vários especialistas, os governos tucanos reduziram as verbas para obras de prevenção às enchentes. Não há qualquer planejamento estratégico para enfrentar esse grave problema.

Ajuste fiscal e falta de planejamento

O demo Gilberto Kassab, cria do tucano José Serra, deixou de investir na capital paulista R$ 353 milhões nas obras de combate às inundações no período de 2006/2009. No mesmo período, a prefeitura aplicou apenas 68% da verba prevista no orçamento para as ações de canalização de córregos, serviços de drenagem e construção de piscinões. No ano retrasado, este “gestor moderno”, bem ao gosto dos tecnocratas neoliberais, rompeu os contratos com quatro empresas responsáveis pela limpeza dos “piscinões”.

Em outros municípios, principalmente na região metropolitana de São Paulo, o menosprezo é idêntico. As cidades paulistas não possuem atualmente um plano de emergência em caso de transbordamento das represas que abastecem o estado. Os recursos do governo estadual destinados ao combate às enchentes também foram contingenciados, numa ação criminosa dos tucanos. Serra e Alckmin, que ocupa pela terceira vez o Palácio dos Bandeirantes, nunca trataram o assunto como prioridade.

A cumplicidade da mídia

Segundo estudo da assessoria do PT na Assembléia Legislativa, o governo paulista investiu, em 2009, apenas R$ 151 milhões em obras de combate às enchentes; já com publicidade, José Serra garfou dos cofres públicos R$ 287 milhões. Dos 134 piscinões prometidos pelo ex-presidenciável tucano, apenas 43 foram entregues. As obras de drenagem dos rios sofrem constantes atrasos no seu cronograma e o trabalho de manutenção também está sucateado. Há muita propaganda mentirosa e pouca ação efetiva.

O falso discurso dos demotucanos, que culpam Deus pelas inundações, infelizmente é amplificado por uma parte da mídia. Apesar de sediados em São Paulo, os principais veículos de comunicação evitam discutir em profundidade as verdadeiras causas das recorrentes inundações. Na gestão da petista Marta Suplicy na capital paulista, era comum ouvir os “calunistas” das emissoras de rádio e televisão demonizando a prefeita. Agora, a culpa das enchentes é da chuva. Simples assim!”

Serra deixa herança: Alaga São Paulo na tela





Programa de Serra, Alaga São Paulo é um sucesso

As obras nas calhas do Rio Tietê perderam R$ 105 milhões dos recursos, entre os anos de 2007 e 2009. Já para a ação de limpeza e conservação de córregos, o governo Serra, em 2009, não cumpriu 65,73% do previsto e para manutenção, operação e implantação de estruturas hidráulicas faltaram 33,33%.

Serra também prometeu a construção de 134 reservatórios em todo o Estado, mas só entregou 43 e ainda remeteu para as prefeituras a obrigação de efetuar e limpeza e a manutenção.

O Orçamento de 2009 previa recursos para obras de seis piscinões, no entanto, apenas três foram concluídos. Entre 2007 e 2009, os recursos para piscinões tiveram um corte de R$ 5,8 milhões.

O reflexo do descaso do governo estadual, 2006 a 2010, leia-se gestão Serra-Goldman, em todas regiões acontecem alagamentos, de norte a sul de São Paulo, no metrô, nos bairros nobres e da periferia também, é um sucesso o programa de Serra, Alaga São Paulo

A massa cheirosa nem sempre cheira bem


O casal Alckmin na Daslú, a mega loja tranbiqueira.
Denúncia atinge sobrinho de Lu Alckmin. Testemunha disse em depoimento que contrato sob suspeita foi terceirizado para empresa de Thiago César Ribeiro.

Segundo investigação da Promotoria, existem indícios de que firma da família da primeira-dama de SP é de fachada.

Ex-secretário de Finanças de Pindamonhangaba (SP), Silvio Serrano afirmou em depoimento ao Ministério Público que uma empresa da família de Paulo César Ribeiro, cunhado do governador Geraldo Alckmin (PSDB), se beneficiou de contrato supostamente fraudado para fornecimento de merenda escolar no município.

Serrano, que foi exonerado do cargo após o surgimento das denúncias, declarou ter conhecimento de que um dos filhos de Ribeiro, Lucas César Ribeiro, "fazia transporte de gêneros alimentícios para a Verdurama".

A Verdurama é suspeita de ser pivô do esquema da merenda. O depoimento foi prestado no dia 26 de novembro do ano passado. O inquérito é sigiloso.

A microempresa da família se chama Lucas CR Transporte e Logística. O endereço informado é o mesmo de onde outro filho de Ribeiro, Thiago César, declara residência. A reportagem esteve no local ontem, mas não havia ninguém.

De acordo com documentos da Promotoria, que fez fotos do local durante diligências, o endereço "trata-se de uma residência".

A Folha apurou que a empresa da família do cunhado de Alckmin emitiu pelo menos 37 notas fiscais seriadas para a Verdurama. Segundo as investigações, há indícios de que se trata de uma empresa de fachada.

Ribeiro é um dos 11 irmãos da primeira-dama, Lu Alckmin. Em entrevista publicada ontem na Folha, o ex-vice-prefeito João Bosco Nogueira (PMDB) citou o envolvimento de Ribeiro no esquema de direcionamento de contratos com a prefeitura, mas disse que o governador não é próximo do cunhado.

Com forte influência na administração local, Ribeiro é suspeito de ter atuado para que a Verdurama vencesse a licitação.

Em troca, receberia uma parte dos valores pagos pela "terceirização" do serviço de entrega, por meio da empresa do filho.

A Verdurama ganhou a concorrência da merenda no valor de R$ 6,8 milhões. Segundo o Tribunal de Contas do Estado, o contrato é irregular e a licitação tem vários indícios de direcionamento.

Ao Ministério Público o ex-sócio da empresa Genivaldo dos Santos afirmou que "houve fraude" na disputa. Ele disse que 10% do valor pago à Verdurama servia para pagamento de propina.

Um dos supostos beneficiados, segundo Genivaldo, seria o próprio Silvio Serrano. O outro seria Paulo Ribeiro. Ambos negam.

Os depoimentos de envolvidos no caso, especialmente Genivaldo, sugerem que a empresa teria feito doações não declaradas à campanha à reeleição do prefeito João Ribeiro (PPS).

Além da empresa de transportes, a família de Ribeiro mantém outros negócios na cidade, como um cemitério, uma funerária e uma empresa de água e esgoto, tem participação no sindicato rural e organiza eventos.

Silvio Navarro e Fábio Amato da FSP Postado por Blog do Celso Jardim

Procuradoria acusa Alckmin de receber doação vedada por lei


A Procuradoria Regional Eleitoral entrou com uma representação contra o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), por ter recebido uma doação de R$ 700 mil considerada irregular.

Segundo a Procuradoria, a doação foi feita pela UTC Engenharia, que tem a concessão para a exploração de petróleo e gás em Niterói e Macaé (RJ). Com sede em São Paulo, a empresa tem contratos com a Petrobras no Rio, Paraná, Minas Gerais e Bahia.

Ao todo, Alckmin recebeu doações de campanha no valor de R$ 40,70 milhões, segundo a prestação de contas. A campanha tucana gastou R$ 34,22 milhões para levar seu candidato à vitória no primeiro turno.A doação da empresa foi feita ao comitê financeiro do PSDB e o recurso foi usado pela campanha de Alckmin.

Pela legislação eleitoral, receber a doação de concessionária de serviço público pode levar à cassação do eleito.

"Tratando-se de fonte vedada, resta demonstrada a arrecadação ilícita de recursos a ensejar a presente investigação judicial, atraindo a aplicação da sanção de cassação do mandato", argumenta a Procuradoria na representação de quatro páginas.

A ação, que também tem o vice-governador Guilherme Afif Domingos (DEM) como representado, foi protocolada no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) de São Paulo.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Mais um deputado do DEMos deverá ser cassado por corrupção eleitoral


O desidratado DEMos deverá sofrer mais uma baixa. O cacique político matogrossense, deputado federal Júlio Campos (DEMos/MT), é acusado pela Procuradoria Regional Eleitoral (PRE/MT) por compra de votos nas últimas eleições.

Na sede da empresa dele (Empreendimentos Santa Laura S/A), seu filho, Júlio Domingos de Campos Neto, fazia farta distribuição de vales-compras e vales-abastecimento, em troca de votos. Os tíquetes eram trocados no supermercado Bom Gosto, em Várzea Grande, e no Posto América, em Cuiabá.

Segundo a procuradoria, "as provas são tantas que fica impraticável esmiuçá-las nesta petição inicial"...

Dois policiais federais, disfarçados de eleitores, foram a sede da empresa no dia 23 de setembro de 2010, e comprovaram a prática de compra de votos.

Apreensões realizadas por solicitação do Ministério Público, não deixam dúvidas sobre as irregularidades:

“Em todos esses estabelecimentos, foram arrecadados documentos - listas de atendimento a eleitores, mais de duas centenas de notas e cupons fiscais para troca por combustível e compras, entre outros - que escancaram a prática sistemática de corrupção e de arrecadação e gastos ilícitos de campanha”, afirmou o procurador Thiago Lemos de Andrade.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Os números da Globo: lenta decadência


Muita gente espera o dia em que a Globo vai passar por uma hecatombe e deixará de ser a Globo. Acredito que isso não vai acontecer: a queda será lenta, negociada, chorada…

- por Rodrigo Vianna, Historiador (formado pela USP), jornalista há 20 anos. Trabalhou na "Folha", "TV Cultura", "TV Globo", e hoje está na "TV Record" de São Paulo - onde faz reportagens especiais para o "Jornal da Record" e apresenta o "Entrevista Record - Mundo" (programa que vai ao ar às segundas-feiras, às 22h, na Record News).


Altamiro Borges, aqui, e Paulo Henrique Amorim, aqui, destacam fatos que demonstram a decadência da TV Globo.

O texto de Miro mostra que o Faustão – em crise de audiência (e de faturamento?) – demitiu a banda de músicos. E que o “Fantástico” enfrenta a pior crise de sua longa história. O Paulo Henrique relata como a audiência do “JN” encolheu em dez anos: o jornal apresentado por Bonner perdeu um de cada quatro telespectadores de 2000 para 2010 – são números oficiais do IBOPE.

São fatos. Não é bom brigar com eles. Mas é bom analisar esse processo com cautela.

Quando entrei na TV Globo, em 95, o “JN” dava quase 50 pontos de audiência. Era massacrante. O “Globo Repórter” dava perto de 40 pontos.

Em 2005/2006, quando eu estava prestes a sair da emissora, o “JN” já tinha caído pra casa dos 36 ou 37 pontos (havia dias em que o jornal local conseguia mais audiência do que o principal jornal da casa) e o “Globo Repórter” se segurava em torno de 30 ou 32 pontos (programa que desse menos de 30 abria crise, era preciso sustentar a marca dos 30).

Esse tempo ficou pra trás. O “JN” já caiu pra menos de 30 pontos. E o Globo Repórter hoje patina em 24 ou 25 – dizem-me.

O “Jornal da Record” dobrou de audiência. Em São Paulo chega a 10 pontos, em outros Estados passa dos 12 ou 13. Nas manhãs, a Globo e a Record (com o SBT um pouco atrás) brigam pau a pau. E a Record vence em muitos horários matutinos, há meses. Aos domingos, a Globo também sofre. A grande jóia da coroa da emissora carioca é o horário nobre durante a semana: novelas+ JN. Nesse caso, os números revelam que o domínio da Globo se reduz, ainda que de forma lenta.

Muita gente espera o dia em que a Globo vai passar por uma hecatombe e deixará de ser a Globo. Acredito que isso não vai acontecer: a queda será lenta, negociada, chorada…

A Globo poderia ter quebrado ali pelo ano 2000. No primeiro governo FHC, Marluce (então diretora geral) tivera duas idéias “brilhantes”: tomar dinheiro emprestado, em dólar, para capitalizar a empresa de TV a cabo do grupo; e centralizar as operações numa “holding”. Ela acreditou nas previsões do Gustavo Franco e da Miriam Leitão, de que o Real valeria um dólar para todo o sempre! Passada a reeleição de FHC, em 98, o Brasil quebrou, veio a crise cambial e a Globo ficou pendurada numa dívida em dólar que (de uma semana pra outra) triplicou.

A dívida era da TV a cabo mas, como Marluce e os geniais irmãos Marinho tinham centralizado as operações na holding, contaminou todo o grupo. A Globo entrou em “default”. Quebrou tecnicamente. Poderia ter virado uma Varig. Mas conseguiu (sabe-se lá com quais acordos e pressões políticas) equalizar a dívida.

Quando saiu da crise, em meados do primeiro mandato de Lula, a Globo (o jornalismo) estava já sob os auspícios de Ali Kamel – o Ratzinger. Ele conduziu a empresa para a direita: contra as cotas nas universidades, contras as políticas de combate ao racismo (“Não somos racistas”, diz), contra o Bolsa-Família. O grande público não percebe isso de forma racional. Mas (mesmo que de forma despolitizada) sente que a Globo ficou contra todos os avanços sociais dos últimos 8 anos. Lentamente, foi-se criando uma antipatia no público. Ouve-se por aí: a Globo não fica do lado do povão.

Não é à toa que um fenômeno novo surge nas grandes cidades, como São Paulo. Nas padarias, restaurantes populares, pontos de táxi, era comum ver televisores ligados sempre na Globo. Isso há 7 ou 8 anos. Acabou. De manhã, especialmente, a programação da Record e do SBT (e às vezes também dos canais a cabo) entra nas padarias, ocupa os lugares públicos.

Essa é uma mudança simbólica.

Mas é bom não brigar com outro fato: boa parte do público segue a ter admiração e carinho pela programação da Globo. E há motivos pra isso, entre eles a qualidade técnica. A iluminação, a textura da imagem, o cuidado com o bom acabamento. Tudo isso a Globo conseguiu manter – apesar de muitos tropeços aqui e ali.

Fora isso, apesar de toda crítica que façamos (e eu aqui faço muito) ao jornalismo global, é bom não esquecer que na TV da família Marinho há sim ótimos profissionais, gente séria que tenta (e muitas vezes consegue) fazer bom jornalismo.

Esse capital – qualidade técnica – a turma do Jardim Botânico tem conseguido manter. O que não ajuda: a política editorial, adotada por exemplo durante a posse de Dilma. Ironias desmedidas, falta de compreensão do momento histórico e uma arrogância de quem se acha no direito de “ensinar” como Dilma deve governar. A seguir nessa toada, a decadência será mais rápida…

E o que mais pode entornar o caldo por lá? Grana.

A Globo tem custos altíssimos de produção. Quem conhece de perto o Projac diz que aquilo é uma fábrica de boas novelas e minisséries, mas também uma fábrica de desperdício. Empresa familiar, que cresceu demais. Cada naco dominado por um diretor, como se fosse um feudo. Até hoje a Globo conseguiu manter essa estrutura porque ficava com uma porção gigante das verbas públicas de publicidade (isso mudou com Lula/Franklin) e com uma porção enorme da publicidade privada: o BV – bônus em que a agência é “premiada” pela Globo se concentrar seus anúncios na emissora – explica em parte essa “mágica”; outra explicação é que a Globo detem (detinha!?) de fato fatia avassaladora da audiência.

Com menos audiência, as agências (ou as empresas anunciantes, através das agências) podem pressionar para que o valor dos anúncios caia. Se isso acontecer, a Globo vai virar um elefante branco. Impossível manter aquela estrutura verticalizada se a grana encurtar.

Qual o limite que a Globo suporta? Difícil saber. Mas dispensa da banda do Faustão é um indicador de que a água pode estar subindo rápido.

Outro problema sério: o risco de perder a transmissão do futebol, ou de ter que pagar caro demais para mantê-lo.

Tudo isso está no horizonte. E mais: a entrada das teles no jogo. O Grupo Telefônica, por exemplo, fatura dez vezes mais que a Globo. Como concorrer? Só com regulação do mercado, assegurando nacos para os proprietários nacionais.

Ou seja: a Globo – que é contra a regulamentação (“censura”, eles bradam) por princípio – vai ter que pedir água, vai ter que negociar alguma regulação pra conter os estrangeiros. E aí pode entrar também a regulação que interessa à sociedade: critérios para concessões, e também para evitar o lixo eletrônico e os abusos generalizados na TV. Regulação, como em qualquer país civilizado. Até aqui a Globo tentou barrar esse debate. Mas vai ter que aceitá-lo agora, porque ficou mais frágil.

De minha parte, não torço pra que aconteça nenhuma “hecatombe”, nem que a Globo quebre. Mas para que fique menos forte, e que o mercado se divida.

Parece que é isso que está pra acontecer. Seria saudável para o Brasil
.

DO QUE NOS LIVRAMOS: O HERÓI DA REPÚBLICA DE HIGIENÓPOLIS


O mito construído pela mídia demotucana que durante anos de pré-campanha vendeu José Serra como sinônimo de gestor público eficiente, dissolve-se nas chuvas de verão. O mito é contestado em seus próprios termos, por um igual ou pior que ele. A primeira medida tomada pelo também tucano Geraldo Alckmin no governo de SP --discípulo assumido do 'choque de gestão' que é -- foi determinar rigorosa auditoria em todos os contratos de terceirização de serviços públicos assinados por Serra.

Alckmin também adiantou que poderá reduzir o valor dos pedágios que Serra defendia como 'proporcionais' à qualidade dos serviços prestados por São Paulo, sem difarçar o desdém por tudo o que o pavonato tucano considera como 'resto', ou seja, o Brasil. Dificilmente a 'obra' de outro desafeto dos alckmistas, Paulo Renato , ex-centurião de Serra em 'contratos educativos' com editoras como a Abril, Globo, Folha, Estadão etc, escapará da malha fina da linhagem tucana que voltou ao poder nos Bandeirantes.

Aos poucos se verá que a construção midiática estampada em Serra -- a direita eficiente X esquerda populista e perdulária-- tinha prazo de validade de um pote de iogurte e aderência política restrita ao bairro de Higienópolis em SP, meca do conservadorismo elitista que pretendia derrotar Lula e Dilma para repetir -- no plano nacional-- a maracutaia chique perpetrada contra o interesse público em SP.

(Carta Maior; Terça-feira, 04/01/2011)

Imprensa brasileira deveria se orgulhar de Lula escolher o Guarujá para férias


Em 2003, o ex-presidente FHC mal passou a faixa presidencial, fez as malas e se mandou para Paris, ficando bem longe do Brasil, e do povo brasileiro.

Aliás, o endereço de destino era um luxuoso apartamento na Av. Foch, um dos metros quadrados mais caros do mundo.

Foi um escândalo, devidamente abafado na imprensa: o apartamento, de valor acessível apenas para milionários (ou corruptos do terceiro mundo que desviam dinheiro público e aceitam subornos), era incompatível com a renda anunciada de FHC.

De imediato, o ex-presidente demo-tucano plantou notas na imprensa de que não seria o dono daquele nobre endereço, e o apartamento seria apenas emprestado. Em 2009, FHC finalmente decidiu "oficializar o reconhecimento" da propriedade.

Já quanto ao presidente Lula, quanta diferença ... (ex-presidentes são os outros, porque para nós, o povo, Lula é eternamente um presidente de honra do Brasil, para sempre, sem qualquer demérito para a presidenta Dilma).

Se quisesse, não faltariam convites para Lula passar suas férias em qualquer lugar do mundo. Milionários brasileiros e estrangeiros emprestariam de bom grado mansões de praia, iates, casas de montanha, em fazendas ou ilhas paradisíacas.

Mas Lula, com sua simplicidade e amor ao Brasil, escolheu o Guarujá, no litoral paulista, para o justo descanso do guerreiro, que só teve poucos dias de férias por ano durante os 8 anos de governo.

A família Lula já tem um apartamento próprio no Guarujá, adquirido financiado em sistema de cooperativa. Mas não teria sossego para descansar de fato e "desencarnar" da presidência, diante do assédio da imprensa, em um condomínio de classe média, como é o caso do apartamento próprio.

Por isso, o Ministério da Defesa convidou-o para passar as férias no Forte dos Andradas, base do Exército no Guarujá, onde Lula já passou breves férias outras vezes durante o exercício da presidência. O local, por sinal modesto, quando comparado à hotéis, assegura privacidade e mantém distante o assédio da imprensa.

O convite e a hospedagem foram alvo de críticas pela imprensa, em busca de fofocas para criticar Lula. O ministro da defesa, Nelson Jobim, responsável pelo convite, defende:

“Eu as considero ridículas, absolutamente ridículas. Um presidente afastado do cargo, já terminado o mandato, e que deseja passar alguns momentos de lazer com proteção necessária o fará em ambiente do Exército. A decisão foi correta e acho as análises sem fundamentação”.

A imprensa brasileira, com redações infestadas pelos 4% que detestam Lula, deveriam imitar os outros 96% do povo brasileiro, e se orgulhar de um presidente da República, que, ao deixar o cargo, escolhe o Guarujá bem brasileiro para tirar férias. E entre tantos convites muito mais luxuosos e badalados que poderia escolher de empresários milionários, escolheu ficar na companhia de soldados e oficiais do exército, com a face do povo brasileiro, evitando usufruir de favores vindos do poder econômico privado.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Belas frases sobre o tempo! Aprenda a administrar o seu tempo!!


O tempo é muito lento para os que esperam.
Muito rápido para os que tem medo
Muito longo para os que lamentam
Muito curto para os que festejam
Mas, para os que amam, o tempo é eterno.
William Shakespeare

Não tenho tempo pra mais nada, ser feliz me consome muito.
Clarice Lispector

Bendito quem inventou o belo truque do calendário, pois o bom da segunda-feira, do dia 1º do mês e de cada ano novo é que nos dão a impressão de que a vida não continua, mas apenas recomeça...
Mário Quintana

O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.
Fernando Sabino

O tempo não pára! Só a saudade é que faz as coisas pararem no tempo...
Mário Quintana

Se quiser derrubar uma árvore na metade do tempo, passe o dobro do tempo amolando o machado.
Provérbio chinês

Cada segundo é tempo para mudar tudo para sempre.
Charles Chaplin

... O tempo é algo que não volta atrás. Por isso plante seu jardim e decore sua alma, Ao invés de esperar que alguém lhe traga flores ...
William Shakespeare

Não faças da tua vida um rascunho.
Poderás não ter tempo de passá-la a limpo.
Mário Quintana

Ninguém pode voltar no tempo e fazer um novo começo.Mas podemos começar agora e fazer um novo Fim !
Bob Marley

Quem mata o tempo não é assassino, mas sim um suicida.
Millôr Fernandes

Todos estamos matriculados na escola da vida, onde o mestre é o tempo.
Cora Coralina

Matamos o tempo, o tempo nos enterra.
Machado de Assis

Muitas vezes não temos tempo para dedicar aos amigos, mas para os inimigos temos todo o tempo do mundo!
Leon Uris

Se o tempo fosse remédio nenhum mal existiria.
Emily Dickinson

Se me esqueceres, só uma coisa, esquece-me bem devagarinho.
Mário Quintana

Aqueles que gastam mal o seu tempo são os primeiros a queixar-se da sua brevidade.
Jean de La Bruyère

O tempo não espera por ninguém. Ontem é história. O amanhã é um mistério, o hoje é uma dádiva, por isso é chamado de presente.
Adalberto Godoy

O tempo que você gosta de perder não é tempo perdido.
Bertrand Russell

Quanto mais feliz, mais breve é o tempo.
Plínio

Vista pelos jovens, a vida é um futuro infinitamente longo; vista pelos velhos, um passado muito breve.
Arthur Schopenhauer

Os tempos primitivos são líricos, os tempos antigos são épicos, os tempos modernos são dramáticos.
Victor Hugo

Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro se chama amanhã, portanto hoje é o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver.
Dalai Lama

O mais feroz dos animais domésticos é o relógio de parede: conheço um que já devorou três gerações da minha família.
Mário Quintana

O tempo não espera por ninguém. Valorize cada momento de sua vida.
Você ira apreciá-los ainda mais se puder dividi-los com alguém especial.
Autor Desconhecido

Tudo tem o seu tempo determinado e há tempo para todo propósito debaixo do céu: há tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de chorar e tempo de rir; tempo de abraçar e tempo de afastar-se; tempo de amar e tempo de aborrecer; tempo de guerra e tempo de paz.
Rei Salomão

Não paramos de brincar porque envelhecemos; envelhecemos porque paramos de brincar.
George Bernard Shaw

O valor do tempo

Para entender o valor de um ano:
Pergunte a um estudante que não passou nos exames finais.

Para entender o valor de um mês:
Pergunte a uma mãe que teve um filho prematuro.

Para entender o valor de uma semana:
Pergunte ao editor de uma revista semanal.

Para entender o valor de uma hora:
Pergunte aos apaixonados que estão esperando o momento do encontro.

Para entender o valor de um minuto:
Pergunte a uma pessoa que perdeu o trem, ônibus ou avião.

Para entender o valor de um segundo:
Pergunte a uma pessoa que sobreviveu a um acidente.

Para entender o valor de um milésimo de segundo:
Pergunte a uma pessoa que ganhou uma medalha de prata nas olimpíadas.

ASSISTA ESTE INCRÍVEL VÍDEO DE APENAS 1,34m E REFLITA!!!

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Imprensa critica Globo por corte em transmissão da posse


A Globo cortou o bispo Edir Macedo na posse de Dilma Rousseff e deu destaque no JN a evento de Valdomiro Santiago, dissidente da Igreja Universal.

Repercutiu mal na imprensa a estratégia da Rede Globo de cortar a aparição da cúpula da Record durante a posse de Dilma Rousseff.

No sábado (1º), o empresário Edir Macedo, proprietário da Record; o presidente da emissora, Alexandre Raposo; o vice-presidente de Jornalismo, Douglas Tavolaro; e o presidente Corporativo do grupo, Marcos Pereira, foram recebidos pela nova presidente durante cerimônia reservada com os chefes de Estado no Palácio do Planalto.

A TV Globo encerrou a transmissão mais de uma hora antes do previsto na sua programação, minutos antes de os dirigentes da Record aparecerem nas imagens. A GloboNews, canal noticioso do grupo carioca, manteve a transmissão, mas cortou o momento do cumprimento entre Edir Macedo e Dilma para uma imagem do avião presidencial.

Nesta terça-feira, 4 de janeiro, vários jornais criticaram a postura da Globo.

Cristina Padiglione, colunista do jornal O Estado de S. Paulo, comentou que “Edir Macedo surgiu de raspão na tela da GloboNews durante a transmissão da posse de Dilma”. Segundo ela, “a Globonews (...) se referiu ao presidente da emissora, Alexandre Raposo, como agente do cerimonial.”.

A colunista de televisão da Folha de S.Paulo, Keila Jimenez, informou ainda que a Globo, na hora do corte, “colocou no ar compacto de melhores momentos do Caldeirão do Huck”.

Flávio Ricco, colunista de televisão do UOL e do jornal Diário de São Paulo, também noticiou com o título “corta rápido”.

Dois pesos

No mesmo dia, o Jornal Nacional dedicou um minuto a um encontro de evangélicos liderado por um dissidente da Igreja Universal, Valdmomiro Santiago, líder da Igreja Mundial do Poder de Deus. O evento reuniu cerca de 100 mil pessoas no autódromo de Interlagos, em São Paulo.

Há oito meses, um evento da Igreja Universal reuniu mais de 1 milhão de pessoas no mesmo local, em Interlagos. A Globo não noticiou o encontro.

O evento aconteceu no Brasil inteiro e teve a participação estimada de 8 milhões de pessoas.

O único veículo do grupo a noticiar o encontro foi o jornal O Globo. A publicação deu foco ao “congestionamento” e à “sujeira”, com o título pejorativo de “Caos universal e autorizado”.

Fonte: R7